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Menopausa e Astrologia

Menopausa e Astrologia

por Titi Vidal

Como a Astrologia vê essa fase da vida da mulher

Vez ou outra tenho sentido coisas “esquisitas” e, apesar dos meus exames “normais”, ao que tudo indica estou entrando na menopausa, algo bastante compatível com a minha idade (47 anos) e com alguns trânsitos astrológicos que tenho vivido recentemente.

Não apenas por essa percepção e interesse pessoal, mas por ter muitas amigas e clientes que de fato estão na menopausa, este é um assunto que, se antes já me interessava, agora passou a ser um dos temas que mais desperta minha curiosidade.

Tenho lido bastante a respeito e recentemente tive a oportunidade de ouvir o podcast (maravilhoso, por sinal), da Fernanda Lima, Zen Vergonha, que trouxe uma temporada inteirinha sobre o tema.

Também assisti a reportagem especial sobre o tema conduzida pela jornalista Poliana Abritta, no Fantástico. Essa tal de menopausa, reportagem em dois episódios.

Tanto a Fernanda Lima quanto a Poliana Abritta entrevistaram mulheres na menopausa e diferentes especialistas para falar sobre o assunto. No entanto, ninguém lembrou de chamar uma astróloga para falar sobre esse tema tão presente em nossas consultas astrológicas.

Não é de hoje que as mulheres perguntam e se abrem sobre isso em uma consulta astrológica que, por sinal, é um “ambiente” no qual muita gente se sente segura para se abrir sobre muitas questões bastante pessoais.

A vida é feita de ciclos e o que a Astrologia estuda é justamente isso: a vida e seus ciclos, tanto os coletivos quanto os individuais. E alguns desses ciclos falam muito sobre as fases da mulher. A começar pelo ciclo lunar que, todos os meses vem nos lembrar dos nossos ciclos pessoais, que incluem todo processo de fertilidade e menstruação.

A própria gestação está altamente relacionada ao ciclo lunar, seja em termos de fertilidade, quanto a própria duração de uma gravidez, que, inclusive, pode ser astrologicamente bem acompanhada por um astrólogo, que consegue avaliar mês a mês possíveis riscos, desconfortos e questões emocionais envolvidas.

Ao longo da vida, acontece a menarca e a menina ingressa na puberdade, passa a menstruar e passa boa parte da vida com fertilidade, pronta para ter um bebê. Até que chega a menopausa, que em geral não vem de repente e que dura pelo resto da nossa vida.

Astrologicamente, estes ciclos são claros. Existem aspectos geracionais que delimitam idades padrões, e dentro desses períodos, temos os ciclos específicos e individuais que trarão cada uma dessas etapas em momentos específicos para cada mulher, incluindo características e sintomas individualizados, que aparecem no mapa de cada uma de nós e em nossos momentos astrológicos pessoais.

E é bastante interessante como essa gama de aspectos possíveis também traz junto uma quantidade enorme de formas de lidar com isso.

Em geral, são os aspectos para Lua ou Vênus que marcam essas fases. Um trânsito de planeta lento para a Lua ou para Vênus, por exemplo. Podem ser aspectos de Saturno, Urano, Netuno ou Plutão, harmônicos ou desafiadores. A depender do aspecto e de sua qualidade, também conseguimos identificar se as mudanças chegam mais repentinamente ou aos poucos, de forma mais ou menos intensa, mais ou menos desconfortável.

Por exemplo, um aspecto tenso de Saturno para Lua ou para Vênus em geral traz muito mais desconforto do que um aspecto harmônico do mesmo Saturno. Um aspecto de Urano tende a trazer tudo de uma vez, ao passo que um trânsito de Plutão pode trazer sintomas aos poucos, apesar de sua intensidade e duração poder ser maior. Um trânsito de Urano, inclusive, especialmente para Vênus, pode desregular completamente os hormônios, enquanto que Netuno pode ir diminuindo aos poucos cada um deles, em um processo nem sempre perceptível de imediato. Netuno, ainda, pode trazer sensações mais esquisitas e sem um claro diagnóstico, muitas vezes com sintomas mais difusos e que em geral aparecem antes de qualquer mudança em termos de exames concretos. Já um trânsito de Saturno, tem um potencial de trazer junto um desconforto emocional enorme. A sensação de envelhecimento ou inadequação pode acompanhar e, não raro, há maior tendência à depressão.

Curiosamente, ao tocar a Lua, esses planetas de trânsito lento podem mexer com outras mulheres da família ao mesmo tempo. Por exemplo, podemos estar acompanhando o envelhecimento da mãe ou algum problema de saúde ou até perda na família enquanto ingressamos na menopausa. Ou estamos tendo algum tipo de trabalho e responsabilidade maior envolvendo os mais velhos da família. Além disso, podemos estar vendo nossos filhos mudando de fase e, em casa de ter uma filha pré adolescente, pode indicar o momento no qual ela também está mudando seus hormônios, para entrar na puberdade. Ou, caso já tenha filhos mais velhos, pode ser o momento no qual estão entrando ou saindo da faculdade, saindo de casa ou mudando alguma coisa importante na vida. Até mesmo tendo filhos.

Ou seja, é muito comum que, com a chegada da menopausa, a mulher esteja também enfrentando outras preocupações e desconfortos, que esteja física ou emocionalmente sobrecarregada e que tudo isso intensifique seus sintomas.

E tudo isso ainda se torna mais interessante ao pensarmos que, como ciclos matematicamente calculados, podemos prever uma tendência ao provável período no qual vai acontecer.

Na prática, uma grande quantidade de mulheres que atendo passam a prestar mais atenção a sintomas que estão muito no início e/ou aproveitam para agendar uma consulta ginecológica após a consulta astrológica, para avaliar melhor como estão os hormônios e se preparar com mais conhecimento para essa fase da vida.

Outro ponto bem interessante é que a depender dos aspectos envolvidos, podemos também pensar, juntas, em “saídas”, ou seja, formas de lidar. Além de sempre orientar a busca de um profissional da área da saúde, analiso em um mapa os recursos e oportunidades de cada momento e oriento quanto a atividades que possam ajudar a atravessar essa fase da melhor forma possível. Isso pode incluir a importância de descobrir ou potencializar um determinado hobby, estar mais com as amigas, dormir mais, etc. Isso sempre será abordado em uma troca, repleta de escuta e empatia, a partir do mapa astrológico, momento, sintomas e, claro, interesses de cada mulher.

Voltando aos sintomas, não raro não é apenas um desses aspectos presente e isso também potencializa o que cada mulher está sentindo. Por exemplo, especialmente trânsitos de Urano ou Plutão podem intensificar o famoso “fogacho”, enquanto que, com Netuno presente, a névoa mental ou o sono excessivo serão companhias constantes. Um Saturno em contato com nossos planetas femininos pode trazer um cansaço absurdo e, especialmente se junto com Netuno, uma dificuldade enorme de dar conta de tudo que temos para fazer, afinal, ficaremos mais lentas.

Plutão pode trazer sintomas mais intensos e persistentes, muitas vezes bastante difíceis de lidar. Especialmente se Saturno também está na área, podem surgir dores no corpo, questões crônicas de saúde se potencializando e a necessidade ainda mais urgente de fortalecer o corpo e praticar atividade física.

Outra coisa muito importante é que todos eles são trânsitos que podem trazer perdas e mudanças, simbólicas, subjetivas ou concretas. Ou seja, internas ou internas. E muitas vezes é justamente essa sensação de perda. Perda da juventude, do ovário ativo, da possibilidade de ter um filho (ou outro filho), querendo ou não. Esse tema, aliás, permeia muitas consultas de mulheres na menopausa ou próximas a essa fase. Mesmo aquelas que nunca quiseram, ou nunca pensaram nisso, muitas vezes sofrem de pensar que qualquer possibilidade está chegando ao fim. Há um medo de não ser mais produtiva, de não ser mais bonita, de não se relacionar mais. Não é a toa que essa sensação de luto costuma ser constante durante a menopausa.

Sem falar na perda da libido, especialmente presente em mulheres que chegam na menopausa com trânsitos especialmente para seu Vênus. Se Marte também estiver ativado nessa fase, adeus a qualquer sinal de libido.

Nesse sentido, o trânsito envolvido também faz muita diferença. Isso porque, enquanto Saturno tende a durar de 6 meses a 1 ano em determinado aspecto, Netuno ou Plutão podem levar até 4 anos, postergando esse e outros sintomas.

E não tem como lutar contra esses tempos que a vida nos impõe. O que podemos fazer é compreender e aprender a lidar com os recursos que temos para minimizar o que não conseguimos impedir. Ou transformar o que se faz possível.

E é aí que, mais uma vez, entra a Astrologia podendo ajudar. Porque ao analisar um mapa astrológico e momento pessoal, vemos o mapa como um todo, a pessoa de forma holística, os ciclos de forma completa. Com tempos, com possibilidades, com caminhos que existem e podem ser percorridos.

Isso significa que além de podermos estimar o período no qual essas mudanças têm início, também conseguimos avaliar o tempo aproximado de duração dos sintomas, inclusive da fase mais intensa. Também conseguimos estimar a intensidade, tipos de sintomas e efeitos não apenas físicos, mas emocionais, mentais, incluindo prováveis impactos na vida como um todo. Até porque, em uma consulta astrológica, as diferentes áreas da vida estão em foco, bem como sua integração, o que significa perceber o que mais está em pauta neste momento e a capacidade de dedicação maior ou menor neste momento da vida. Além disso, vemos os recursos e melhores formas de lidar, de forma holística e integrada, com a consequente sugestão de buscas por médicos e outros especialistas que se façam necessários. Até mesmo tipo de atividade física mais indicada para cada mapa, questões ligadas à alimentação e rotina de sono, tudo isso pode ser explorado em uma consulta astrológica. Por sinal, tudo isso e muito mais.

Quer saber mais a respeito? Agende sua consulta astrológica pelo email [email protected].

Dica cultural: se você está na perimenopausa, na menopausa ou convive com alguém que esté e mora em São Paulo, não pode perder a peça Mulheres em Chamas, estrelada pelas maravilhosas Camila Raffante, Miá Mello e Juliana Araripe.

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Titi Vidal

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Titi Vidal
Titi Vidal é astróloga, taróloga, terapeuta sistêmica, jornalista e escritora. Atende e ministra palestras e cursos. Autora de livros e colunista em sites, revistas, jornais e televisão. Já atuou como advogada, especialista em Direito da Família e das Sucessões, é pós graduada em Jornalismo e em Influência Digital. Mestre em Comunicação. Geminiana, com ascendente e Lua em Virgem. Saiba mais sobre mim acessando meu perfil aqui no site.

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