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titi vidal é astróloga, terapeuta e taróloga. Clique aqui para conhecer mais sobre ela
Navegação Animal e as interferências cósmicas 1
01
dez
Por Carlos Fini
Quando pensamos em processos de vida em desenvolvimento, não podemos deixar de considerar o fato de que qualquer que seja este processo, este irá se manifestar dentro de um conceito de ambiente. É evidente que o conhecimento do meio ambiente para estes seres ( elementos químicos, bactérias, vegetais, estruturas orgânicas complexas como pássaros, peixes, mamíferos,e também o homem ) é crucial para a existência do mesmo, sendo obrigatório seu mapeamento.
Também é conhecido, o fato de que as mais variadas espécies, desenvolvem mecanismos complexos de adaptação ao meio,chegando inclusive a literalmente “esculpir “
órgãos especializados para este fim. Estes, evidentemente não possuem muitas vezes a natureza do córtex cerebral e então surge a polêmica do aprendizado pois de certo para estas, conhecer onde estão representará um profundo conceito do existencial, ou seja, o mais importante significado de suas motivações.
O fato das mesmas existirem pôr si só, já significa que “sabem” mas não de forma córtica e sim através de mecanismos de interpretação, os conceitos básicos da ciência da
natureza. Poderíamos chamar estes sensores de “interpretadores “ das sensações do meio
externo relativos ao corpo do animal, ou se quisermos cérebros primários não tão especializados ou complexos,mas certamente funcionais. Não vale aqui entrar no mérito
se estes possuem consciência do que fazem ou não o que também não muda em nada o fato dos mesmos serem sensíveis às variações externas.
Quando se fala em meio ambiente, fala-se de tudo que compõe as complicadas relações das forças existentes : o mar, a terra, o ar, o vento, a luz, a gravidade, e também entre outras tantas o movimento do sol, da lua a luz das estrelas e o geomagnetismo. Espécies mais complexas navegam buscando proteção e alimento tendo estas a habilidade de saber de alguma forma, o momento adequado para tais deslocamentos o que evidentemente revelam o conhecimento das padronagens ou ritmos do meio, quer seja do dia ou mesmo do ano.Seres vivos adoram repetições, pois os mecanismos adaptativos são muito econômicos e daí sua predileção.
Conhecer os ritmos e se adaptar a eles! Eis algo muito velho. A civilização inclusive deve a este conceito bacteriano sua existência.
Se pensarmos que os seres humanos estão no último vagão do trem evolutivo, seria natural encontrarmos nos mesmos os sinais inequívocos de estágios anteriores e pôr sua
vez, aceitarmos que algo em nossa estrutura interpretativa cerebral como afirmam os fisiologistas, faz a ponte entre as variações mais sutis do meio ambiente e a nossa consciência.
Quando olhamos para espécies animais, de certa forma, podemos observar algo de nosso
passado distante, pois os mesmos princípios de vida os governam.
2
Também é de conhecimento dos biólogos o fato das interferências cósmicas afetarem se
não de forma direta, de forma indireta o comportamento das espécies. Neste pequeno ensaio, alguns conceitos podem ser introduzidos com a finalidade de se pensar o quanto
os movimentos do céu podem afetar a vida na terra.
É fundamental que se diga, que alguns elementos básicos são primordiais para o estudo
das classes de interferências nos movimentos migratórios e mecanismos interpretativos
das espécies. Alguns são : a gravidade, a luz, a polarização celeste, as linhas magnéticas
e os mapas neurais.Estes elementos podem fornecer dados absolutamente relevantes no
que tolhe a questões de interferências e as possibilidades de adaptação.
Luz
Animais dependem da luz solar para viverem, daí a necessidade de conhecimento dos
ciclos diários do sol.Estes ciclos, em se falando de economia afina o pulso metabólico das espécias através da luz, que evidentemente não é a mesma o ano inteiro pôr arcos diurnos
e noturnos, maiores ou menores dependendo também da latitude geográfica.Podemos dizer,
se quisermos, que os mesmos quando nascem começam uma longa jornada de adaptação ao
meio, o que não é em nada diferente do conceito Ptolomaico de que somos fruto de “vários
céus de interferência “.
Não há duvidas no fato de que cada vez que uma espécie se desloca de um ambiente geográfico ( latitude e longitude diferentes ) a outro, sua relação ao compasso solar se altera, o que ira variar de mês a mês implicando em necessário conhecimento destes dias
mais longos e curtos. Há neste caso um respeito completo a mecânica natural do céu sem
distorções de cálculos ou posições hipotéticas e fictícias, absolutamente de acordo com o
pensar astrológico dos naturalistas gregos e astrólogos caldeus. Estamos tratando aqui de
causalidades diretas de impacto existencial e não especulações metafísicas de fundo sobrenatural que certamente dariam margem a discussões técnicas singulares.
Este compasso solar usado pelos animais é fundamental, pois para muitas espécies a variação de 1 grau c , é suficiente para se alterar todo o metabolismo e daí obviamente seu comportamento.A salinidade necessária aos processos químicos reage nitidamente à variação de luz e calor, muitas vezes não dependendo inclusive da sensibilidade visual,como também as funções bioquímicas desde protozoários a seres humanos é orquestrada pelo compasso diário do sol.
Gravidade
Com Newton, a gravidade começou a nos chamar a atenção.Porém esta ilustre e desconhecida força até então, ocupava a alguns bilhões de anos seu lugar no drama da sobrevivência, já que seu conhecimento implica em saber se deslocar com mais economia
de esforço bem como usá-la como meio de ataque e defesa.É só nos remetermos à dramática importância do surgimento do cerebelo humano associado ao desenvolvimento de um pélvico diferenciado que nos propiciou uma revolução de deslocamento em duas
pernas com metamorfoses obvias em se tratanto de anatomia humana.
3
O gritante conceito de posição de onde esta o céu e o centro da terra agora nos parece um
conceito primário em mecanismos de vida.O céu sempre estará sobre nossas cabeças, criando assim um natural senso de hierarquia, já que do mesmo migram a luz e calor bem como a polarização do espectro luminoso.
O reconhecimento da estratégia da altura ou o “acima de” como conceito cognitivo de poder, pode ser facilmente observado nas cobras egípcias, na estratégia de filhos de índios
Pigmeus em defesa própria, nos avantajados tetos arquitetônicos das catedrais medievais ,
ou na mesa em patamar, onde Hitler recebia seus convidados.
O céu do ponto de vista antropológico, sempre se converteu em elemento de poder possuindo evidentemente a mesma importância que uma formiga ou minhoca lhe presta como veremos adiante.
Gravidade e luz em sociedade, constróem o senso de orientação mais básico nas espécies,
Quer seja no sentido da acomodação natural dos órgãos do ente biológico onde o equilíbrio, proporção e anatomia se irmanam, quer também seja a sensação interpretativa natural de segurança e apoio, lhes proporcionando uma sensação de conforto se não emocional, pôr certo existencial. Seria talvez tirania nossa atirar um gato para o alto e ver no mesmo o automático senso de posicionamento do céu sobre a cabeça paralelo a seu desespero em queda livre, para entendermos melhor este senso. Porem esta experiência nada interessante para o felino, bastaria para compreendermos a importância do céu como
referencia de sobrevivência.
Polarização da luz
A descoberta do biólogo Von Frish em 1940 sobre a capacidade das espécies de polarizar
a luz e a utiliza-la como meio de navegação tornou o mundo das abelhas mais lógico e
com certeza, as elevou do patamar de seres inferiores para seres dotados de certa inteligência
já que com esta técnica, elas não só são capazes de navegar de forma inequívoca como também revelava a capacidade de reconhecer os azimutes locais indiferente da latitude e da
topografia nas quais se encontram.Esta sensibilidade ao azul polarizado é transferido geneticamente o que em tese significa transferir experiências geográficas e astronômicas
especificas para a sobrevivência.
Pôr mais impressionante que possa nos parecer, algumas espécies possuem a capacidade
de se orientar de acordo com a polarização da luz vinda das padronagens das estrelas, e são
afetadas quando a lua esta cheia pois a luz intensa lhes ofusca a observação.Outras espécies
como peixes,utilizam a luz solar e lunar para se orientar, bem como o ritmo das mares orientadas pelo compasso lunar.
O campo eletromagnético
A terra como também os outros planetas de nosso sistema e dotada de um sistema de linhas
de forca chamado de campo eletromagnetico.O impacto deste campo sobre a terra e ainda
muito estudado, porem seu comportamento depende muito do conhecimento de como o sol
produz energia. Seus ciclos de energia possuem segundo alguns físicos um impacto definitivo no clima da terra, onde a dança de máximos e mínimos de produção de forcas ( 11 anos ) associados a ciclos mais longos, geraram a pequena idade glacial no período medieval e pode estar provocando o aumento gradativo das temperaturas medias na terra.
4
A água e o ar tornam-se meios de propagação destas linhas de forca, o que segundo
biólogos interferem no comportamento de bactérias, abelhas, aves, e peixes.
As pesquisas de Giorgio Picardi relativas a variação da qualidade elétrica da água ao
longo do ano são um bom exemplo das interferências sutis no metabolismo realizado
dentro de situações onde a água é o ambiente.
Isto significa que explosões nas camadas externas do sol,podem provocar uma interferência
perceptível em espécies na terra mesmo a 1 unidade astronômica de distancia.Devemos
também considerar o fato de que algumas espécies possuem a capacidade de perceber
baixíssimas freqüências elétricas tendo as mesmos um terrível impacto se estas modulações
de campo ocorrem de forma abrupta.
Mapas Neurais
Algumas experiências tem demonstrado a capacidade de algumas espécies em transmitir
geneticamente códigos que traduzidos neurologicamente transformam-se nos chamados
mapas neurais, ou seja memórias de lugares e padronagens inclusive estelares,solares,
e lunares que os mesmos jamais viram.
____________________________________________________________________5___Alguns exemplos podem elucidar um pouco o impacto do céu e os efeitos diretos sobre
organismos vivos.
Peixes
Orientam-se pela gravidade ( posição do céu e da terra associados as fontes de luz geralmente provenientes do sol buscando um senso de equilíbrio entre os olhos . Se
alterarmos estas proporções mesmo que de forma leve, os mesmos se perturbam em
seus deslocamentos.
Possuem pôr sua vez, uma engenhosa capacidade de polarizar a luz proveniente do
sol sob a água que os torna experientes navegadores.Se considerarmos o fato de que
o sol se movimenta de forma diferente no compasso anual, teríamos que admitir que
certas espécies possuem a capacidade de mapear ciclos anuais de relação entre o
movimento do sol relativo a determinadas latitudes da terra.
Peixes são dotados de eletroreceptores sensíveis as flutuações do magneto externo
chegando a sensibilidades inimaginaveis.Outro exemplo claro e o do ornitorrinco
capaz de perceber variações na casa de 1 volt em centenas de kilometros de água.
Também e sabido que as algas possuem extrema sensibilidade ao campo eletromagnético
como e o caso da “ tritonea diomedea”.
Peixes elétricos com suas linhas de recepção laterais geram campos elétricos em torno de si e são capazes de ler as mudanças do campo em torno dele.Camaroes utilizam as mares
( portanto o ciclo lunar ) para se deslocar, como o é o “ talitus saltador “ de navegação
vertical .
Animais terrestres
E de conhecimento também, o fato das formigas utilizarem o sol como referencia de
sobrevivência. A engenhosa “Catagliphys bicolor” utiliza sua parte traseira para se orientar
pela sensibilidade a luz solar que utiliza como referencia para encontrar o caminho de casa.
Outra formiga interessante e a “Lasius Niger” também muito sensível ao movimento do sol
capaz inclusive de perceber o movimento sutil de deslocamento sol em alguns minutos de
deslocamento diurno.
Não se faz necessário aqui, exemplificar o quanto os animais terrestres são sensíveis as flutuações de temperatura e luz,bem como os efeitos da lua , sem contar obviamente o quanto as civilizações antigas dependeram dos astros para orientarem-se e construírem seus
zodiacos-calendarios sempre baseados no sol ou na lua ou mesmo na combinação de ambos.
Pássaros
Grus como outras aves usam as chamadas termas para se deslocarem o que dependem
diretamente do conhecimento do movimento do sol sobre o horizonte e sua culminação
superior bem como, sua altura e declínio relativo ao meridiano do lugar.Como os pássaros
utilizam o vento e a direção do sol para navegar e natural também o conhecimento de uma
_____________________________________________________________________6__
astronomia própria .
Não se poderia deixar de falar da “dança secreta das abelhas “ que se faz de acordo com
as posições relativas do sol e a direção do alimento, isto sem contar com seus receptores
tripolares na cabeça para a polarização.
Em um experimento, provou-se a hipersensibilidade das abelhas a campos eletromagnéticos
onde seu senso de orientação chegou a ser perturbado em ate 15 graus.
Pássaros como o “bobolink “ e o “Robin “ navegam segundo o sol e o magnetismo evidentemente tendo estes interpretadores das interferências cósmicas em seus corpos sensíveis o suficiente para serem inclusive perturbados em seus vôos se estas variáveis de luz e magnetismo existirem.
Pôr sua vez borboletas tem seus sistemas de reativações metabólicas totalmente dependentes do nascer exato do sol bem como planarias, como nos mostrou Frank Brown
navegam sob o compasso lunar.
Em outra experiência em planetarium, aves reagiram as posições das estrelas do período
migratório, de forma perfeita revelando o fato de sempre migrarem a noite e sob um límpido céu.
A grande questão aqui e : Se o homem possui nas regiões mais antigas de sua fisiologia cerebral oragos capazes de mapear o meio natural, como os animais , pôr que então acreditar que somos os únicos a não sofrer interferência cósmica ? Teria o córtex e a razão pura forca o suficiente para nos proteger disto ? Ou teríamos de certa forma perdido a capacidade de conversar com o mundo natural, e perceber sua mensagem ?
natureza. Poderíamos chamar estes sensores de “interpretadores “ das sensações do meio
externo relativos ao corpo do animal, ou se quisermos cérebros primários não tão especializados ou complexos,mas certamente funcionais. Não vale aqui entrar no mérito
se estes possuem consciência do que fazem ou não o que também não muda em nada o fato dos mesmos serem sensíveis às variações externas.
Quando se fala em meio ambiente, fala-se de tudo que compõe as complicadas relações das forças existentes : o mar, a terra, o ar, o vento, a luz, a gravidade, e também entre outras tantas o movimento do sol, da lua a luz das estrelas e o geomagnetismo. Espécies mais complexas navegam buscando proteção e alimento tendo estas a habilidade de saber de alguma forma, o momento adequado para tais deslocamentos o que evidentemente revelam o conhecimento das padronagens ou ritmos do meio, quer seja do dia ou mesmo do ano.Seres vivos adoram repetições, pois os mecanismos adaptativos são muito econômicos e daí sua predileção.
Conhecer os ritmos e se adaptar a eles! Eis algo muito velho. A civilização inclusive deve a este conceito bacteriano sua existência.
Se pensarmos que os seres humanos estão no último vagão do trem evolutivo, seria natural encontrarmos nos mesmos os sinais inequívocos de estágios anteriores e pôr sua
vez, aceitarmos que algo em nossa estrutura interpretativa cerebral como afirmam os fisiologistas, faz a ponte entre as variações mais sutis do meio ambiente e a nossa consciência.
Quando olhamos para espécies animais, de certa forma, podemos observar algo de nosso
passado distante, pois os mesmos princípios de vida os governam.
não de forma direta, de forma indireta o comportamento das espécies. Neste pequeno ensaio, alguns conceitos podem ser introduzidos com a finalidade de se pensar o quanto
os movimentos do céu podem afetar a vida na terra.
É fundamental que se diga, que alguns elementos básicos são primordiais para o estudo
das classes de interferências nos movimentos migratórios e mecanismos interpretativos
das espécies. Alguns são : a gravidade, a luz, a polarização celeste, as linhas magnéticas
e os mapas neurais.Estes elementos podem fornecer dados absolutamente relevantes no
que tolhe a questões de interferências e as possibilidades de adaptação.
Luz
Animais dependem da luz solar para viverem, daí a necessidade de conhecimento dos
ciclos diários do sol.Estes ciclos, em se falando de economia afina o pulso metabólico das espécias através da luz, que evidentemente não é a mesma o ano inteiro pôr arcos diurnos
e noturnos, maiores ou menores dependendo também da latitude geográfica.Podemos dizer,
se quisermos, que os mesmos quando nascem começam uma longa jornada de adaptação ao
meio, o que não é em nada diferente do conceito Ptolomaico de que somos fruto de “vários
céus de interferência “.
Não há duvidas no fato de que cada vez que uma espécie se desloca de um ambiente geográfico ( latitude e longitude diferentes ) a outro, sua relação ao compasso solar se altera, o que ira variar de mês a mês implicando em necessário conhecimento destes dias
mais longos e curtos. Há neste caso um respeito completo a mecânica natural do céu sem
distorções de cálculos ou posições hipotéticas e fictícias, absolutamente de acordo com o
pensar astrológico dos naturalistas gregos e astrólogos caldeus. Estamos tratando aqui de
causalidades diretas de impacto existencial e não especulações metafísicas de fundo sobrenatural que certamente dariam margem a discussões técnicas singulares.
Este compasso solar usado pelos animais é fundamental, pois para muitas espécies a variação de 1 grau c , é suficiente para se alterar todo o metabolismo e daí obviamente seu comportamento.A salinidade necessária aos processos químicos reage nitidamente à variação de luz e calor, muitas vezes não dependendo inclusive da sensibilidade visual,como também as funções bioquímicas desde protozoários a seres humanos é orquestrada pelo compasso diário do sol.
de esforço bem como usá-la como meio de ataque e defesa.É só nos remetermos à dramática importância do surgimento do cerebelo humano associado ao desenvolvimento de um pélvico diferenciado que nos propiciou uma revolução de deslocamento em duas
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conceito primário em mecanismos de vida.O céu sempre estará sobre nossas cabeças, criando assim um natural senso de hierarquia, já que do mesmo migram a luz e calor bem como a polarização do espectro luminoso.
O reconhecimento da estratégia da altura ou o “acima de” como conceito cognitivo de poder, pode ser facilmente observado nas cobras egípcias, na estratégia de filhos de índios
Pigmeus em defesa própria, nos avantajados tetos arquitetônicos das catedrais medievais ,
ou na mesa em patamar, onde Hitler recebia seus convidados.
O céu do ponto de vista antropológico, sempre se converteu em elemento de poder possuindo evidentemente a mesma importância que uma formiga ou minhoca lhe presta como veremos adiante.
Gravidade e luz em sociedade, constróem o senso de orientação mais básico nas espécies,
Quer seja no sentido da acomodação natural dos órgãos do ente biológico onde o equilíbrio, proporção e anatomia se irmanam, quer também seja a sensação interpretativa natural de segurança e apoio, lhes proporcionando uma sensação de conforto se não emocional, pôr certo existencial. Seria talvez tirania nossa atirar um gato para o alto e ver no mesmo o automático senso de posicionamento do céu sobre a cabeça paralelo a seu desespero em queda livre, para entendermos melhor este senso. Porem esta experiência nada interessante para o felino, bastaria para compreendermos a importância do céu como
referencia de sobrevivência.
Polarização da luz
a luz e a utiliza-la como meio de navegação tornou o mundo das abelhas mais lógico e
com certeza, as elevou do patamar de seres inferiores para seres dotados de certa inteligência
já que com esta técnica, elas não só são capazes de navegar de forma inequívoca como também revelava a capacidade de reconhecer os azimutes locais indiferente da latitude e da
topografia nas quais se encontram.Esta sensibilidade ao azul polarizado é transferido geneticamente o que em tese significa transferir experiências geográficas e astronômicas
especificas para a sobrevivência.
Pôr mais impressionante que possa nos parecer, algumas espécies possuem a capacidade
de se orientar de acordo com a polarização da luz vinda das padronagens das estrelas, e são
afetadas quando a lua esta cheia pois a luz intensa lhes ofusca a observação.Outras espécies
como peixes,utilizam a luz solar e lunar para se orientar, bem como o ritmo das mares orientadas pelo compasso lunar.
de forca chamado de campo eletromagnetico.O impacto deste campo sobre a terra e ainda
muito estudado, porem seu comportamento depende muito do conhecimento de como o sol
produz energia. Seus ciclos de energia possuem segundo alguns físicos um impacto definitivo no clima da terra, onde a dança de máximos e mínimos de produção de forcas ( 11 anos ) associados a ciclos mais longos, geraram a pequena idade glacial no período medieval e pode estar provocando o aumento gradativo das temperaturas medias na terra.
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A água e o ar tornam-se meios de propagação destas linhas de forca, o que segundo
biólogos interferem no comportamento de bactérias, abelhas, aves, e peixes.
As pesquisas de Giorgio Picardi relativas a variação da qualidade elétrica da água ao
longo do ano são um bom exemplo das interferências sutis no metabolismo realizado
dentro de situações onde a água é o ambiente.
Isto significa que explosões nas camadas externas do sol,podem provocar uma interferência
perceptível em espécies na terra mesmo a 1 unidade astronômica de distancia.Devemos
também considerar o fato de que algumas espécies possuem a capacidade de perceber
baixíssimas freqüências elétricas tendo as mesmos um terrível impacto se estas modulações
de campo ocorrem de forma abrupta.
Mapas Neurais
geneticamente códigos que traduzidos neurologicamente transformam-se nos chamados
mapas neurais, ou seja memórias de lugares e padronagens inclusive estelares,solares,
e lunares que os mesmos jamais viram.
organismos vivos.
Peixes
alterarmos estas proporções mesmo que de forma leve, os mesmos se perturbam em
seus deslocamentos.
Possuem pôr sua vez, uma engenhosa capacidade de polarizar a luz proveniente do
sol sob a água que os torna experientes navegadores.Se considerarmos o fato de que
o sol se movimenta de forma diferente no compasso anual, teríamos que admitir que
certas espécies possuem a capacidade de mapear ciclos anuais de relação entre o
movimento do sol relativo a determinadas latitudes da terra.
Peixes são dotados de eletroreceptores sensíveis as flutuações do magneto externo
chegando a sensibilidades inimaginaveis.Outro exemplo claro e o do ornitorrinco
capaz de perceber variações na casa de 1 volt em centenas de kilometros de água.
Também e sabido que as algas possuem extrema sensibilidade ao campo eletromagnético
como e o caso da “ tritonea diomedea”.
Peixes elétricos com suas linhas de recepção laterais geram campos elétricos em torno de si e são capazes de ler as mudanças do campo em torno dele.Camaroes utilizam as mares
( portanto o ciclo lunar ) para se deslocar, como o é o “ talitus saltador “ de navegação
vertical .
sobrevivência. A engenhosa “Catagliphys bicolor” utiliza sua parte traseira para se orientar
pela sensibilidade a luz solar que utiliza como referencia para encontrar o caminho de casa.
Outra formiga interessante e a “Lasius Niger” também muito sensível ao movimento do sol
capaz inclusive de perceber o movimento sutil de deslocamento sol em alguns minutos de
deslocamento diurno.
Não se faz necessário aqui, exemplificar o quanto os animais terrestres são sensíveis as flutuações de temperatura e luz,bem como os efeitos da lua , sem contar obviamente o quanto as civilizações antigas dependeram dos astros para orientarem-se e construírem seus
zodiacos-calendarios sempre baseados no sol ou na lua ou mesmo na combinação de ambos.
Pássaros
diretamente do conhecimento do movimento do sol sobre o horizonte e sua culminação
superior bem como, sua altura e declínio relativo ao meridiano do lugar.Como os pássaros
utilizam o vento e a direção do sol para navegar e natural também o conhecimento de uma
Não se poderia deixar de falar da “dança secreta das abelhas “ que se faz de acordo com
as posições relativas do sol e a direção do alimento, isto sem contar com seus receptores
tripolares na cabeça para a polarização.
Pássaros como o “bobolink “ e o “Robin “ navegam segundo o sol e o magnetismo evidentemente tendo estes interpretadores das interferências cósmicas em seus corpos sensíveis o suficiente para serem inclusive perturbados em seus vôos se estas variáveis de luz e magnetismo existirem.
Pôr sua vez borboletas tem seus sistemas de reativações metabólicas totalmente dependentes do nascer exato do sol bem como planarias, como nos mostrou Frank Brown
navegam sob o compasso lunar.
Em outra experiência em planetarium, aves reagiram as posições das estrelas do período
migratório, de forma perfeita revelando o fato de sempre migrarem a noite e sob um límpido céu.
A grande questão aqui e : Se o homem possui nas regiões mais antigas de sua fisiologia cerebral oragos capazes de mapear o meio natural, como os animais , pôr que então acreditar que somos os únicos a não sofrer interferência cósmica ? Teria o córtex e a razão pura forca o suficiente para nos proteger disto ? Ou teríamos de certa forma perdido a capacidade de conversar com o mundo natural, e perceber sua mensagem ?





